O que eu penso e o que eu sinto

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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Adivinhem lá...



Adivinhem lá... de todas qual será a prenda que me falta comprar?
Pois, só podia ser a dele. E ando sem ideias! Cerca de sete anos juntos acaba por esgotar todas as ideias originais que já tive entre aniversários, anos de namoro, natais, dias dos namorados, etc...
Vou dar mais uma voltinha pelo centro de Hamburgo para ver se tenho alguma ideia brilhante... Caso contrário irei comprar em Portugal.
Desejem-me sorte!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Vovó, tenho saudades tuas



A verdade é que é de quem mais me custa estar longe. Saber que o tempo que ela tem de vida infelizmente pode ser bem mais curto do que o meu e não o poder aproveitar todo com ela. Quero que ela esteja no meu casamento e quero que ela conheça os meus filhos. Quero tê-la sempre comigo. No Natal não a vou largar. Foi ela que me criou e tenho uma ligação com ela que transcende o que é humano. Vou ligar-lhe agora para matar algumas saudades. Ouvir a voz dela é sempre bom. Adoro-te Vovó.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Quem sabe...?

Outono em Hamburgo


Parece que o outono veio mesmo para ficar.
Não o condeno. Também eu cheguei há pouco tempo a esta cidade e sinto que quero ficar por cá ainda algum tempo. Após cada fim de semana, em que passeamos por um novo jardim ou damos de caras com uma rua que ainda não tínhamos visitado, sinto que quero permanecer por cá até saber tudo: onde ficam os melhores gelados da cidade, onde é que se tem a vista mais bonita para o Alster,...enfim.
E é engraçado porque, ao mesmo tempo que ainda é tudo para mim uma descoberta, em simultâneo algo cá dentro me diz que eu já sou um bocadinho hamburguesa. Já conheço bem a rede do metro e não tenho problemas em ir sozinha para sítios da cidade que não conheço (algo que no início não me atrevia a fazer). Estou ansiosa por que venham cá amigos visitar-nos para lhes poder fazer uma verdadeira visita guiada.
Não sabemos como irá ser o futuro. Em princípio ficamos a viver por cá 2 anos (tempo do contrato do G.) mas depois não sei o que o futuro nos irá reservar. Se as saudades de Portugal agora já são muitas, nem quero imaginar daqui a 2 anos. Talvez voltemos para a nossa querida Lisboa. Por outro lado, acho que o bichinho das viagens me picou bem forte porque gostava de experimentar viver ainda noutros países: Itália, Estados Unidos, Canadá,... Já disse ao G. que adorava que os nossos filhos fossem um de cada nação (literalmente): um a falar alemão, um a falar inglês, um a falar italiano... Que giro que seria!
Vamos ver o que o futuro nos reserva. Só quero que sejamos felizes.